A busca por equilíbrio financeiro nos Regimes Próprios de Previdência Social precisa caminhar lado a lado com a responsabilidade socioambiental. Nesse cenário, os investimentos sustentáveis ganham destaque ao alinhar os RPPS a critérios ESG (ambientais, sociais e de governança), em sintonia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.
Aplicar recursos com responsabilidade não significa abrir mão da rentabilidade. Pelo contrário: fundos que seguem critérios sustentáveis têm apresentado resultados sólidos e, ao mesmo tempo, oferecem mais segurança frente a riscos de longo prazo. Para os municípios, essa estratégia representa a união entre solidez financeira e compromisso com o futuro.
De acordo com o diretor-presidente da Serconprev, Idelmar Silva, essa tendência deve ganhar cada vez mais espaço:
“O RPPS precisa estar atento ao que acontece no mundo. Investimentos sustentáveis fortalecem a credibilidade da gestão, asseguram bons resultados e ainda demonstram responsabilidade com as próximas gerações”, ressaltou.
