Garantir a saúde financeira dos Regimes Próprios de Previdência Social é também zelar pela sustentabilidade fiscal do município como um todo. Isso porque eventuais desequilíbrios no RPPS impactam diretamente nas contas públicas, exigindo aportes que poderiam ser direcionados a outras áreas essenciais, como saúde, educação e infraestrutura.
A adoção de políticas de equilíbrio atuarial, o acompanhamento contínuo das receitas e despesas previdenciárias e o cumprimento rigoroso das obrigações legais são medidas indispensáveis para assegurar esse equilíbrio.
Mais do que uma exigência normativa, a sustentabilidade fiscal e previdenciária representa o compromisso do município com seus servidores, aposentados e pensionistas. É uma forma de garantir que o presente seja administrado com responsabilidade, sem comprometer o futuro das próximas gerações.
